quinta-feira, 19 de setembro de 2013



LITERATURA INFANTIL E JUVENIL

 Literatura

A palavra Literatura vem do latim “litterae” que significa “letras” e significa uma instrução ou um conjunto de saberes ou habilidades de escrever e ler bem, e se relacionar com as artes da gramática, da retórica e da poética. Por extensão, se refere especificamente à arte ou ofício de escrever de forma artística.
TURMA 02  DE PEDAGOGIA PELA FAIBRA/ JUCURUTU - RN
Segundo Duarte (In: Lahni, 2009), “podemos usar o termo “literatura” também quando nos referimos a textos direcionados a um tema específico, como literatura voltada para administração, direito, medicina etc.” Para tentar explicar o conceito de literatura, voltemos no tempo, com um dos primeiros textos que tentava explicar a literatura. O filósofo grego, Aristóteles (2003), em seu livro Arte Poética afirma que “arte é imitação”:
 “O imitar é congênito no homem (e nisso difere dos outros viventes, pois de todos, é ele o mais imitador e, por imitação, apreende as primeiras lições), e os homens se comprazem no imitado”.
Duarte (idem) também nos orienta outra maneira para, senão explicar, ao menos entender a literatura, “é a comparação de um texto científico com um texto artístico. No científico não há uma preocupação em empregar as palavras de tal forma que o texto fique mais belo, com um efeito emocional.” Já nos textos artísticos, essa preocupação é constantemente levada em consideração,
além, é claro, de passar a sua ideia. “Em suma, um texto literal tenta, passar a sua ideia, mas também, há uma grande preocupação em oferecer aos leitores uma emoção ao empregar a língua, usar metáforas visando sempre deixar o texto mais belo.”
Diferente de outras ciências, a literatura não possui uma utilidade prática e direta, ao contrário disso, é a marca cultural da sociedade.
Num mundo caótico e violento, em que as pessoas vivem para o trabalho, ter contato com a literatura é encontrar o belo, enxergar na vida um sentido que vai além do funcional, é ver o mundo a partir de uma nova perspectiva.
Quando você lê um conto, uma poesia ou um livro de aventuras está lendo literatura.
Literatura é a arte de escrever e é a ela que nos referimos quando falamos de autores de livros de todos os tempos, de poetas e de aventureiros que um dia escreveram seus relatos.
De acordo com Santana (2010), após incansáveis estudos e debates, alguns pontos são relevantes e até conclusivos a respeito da literatura. São eles:
• A literatura é uma forma artística de representação da realidade.
• A linguagem escrita é o seu meio de expressão artística.
• É um tipo de linguagem bastante valorizado pelos círculos intelectualizados, escolas e academias.
• Os valores que creditamos à literatura são transitivos, ou seja, mudam a cada momento histórico.
Se atentarmos bem a este último item, é natural que a expressão literária se dê de acordo com o momento histórico em que está sendo criada.


O que é a Literatura Infantil?


Desde os primórdios, a Literatura Infantil surge como uma forma literária menor, atrelada à função utilitário-pedagógica que a faz ser mais pedagogia do que literatura.
Contar histórias para crianças sempre expressou um ato de linguagem de representação simbólica do real direcionado para a aquisição de modelos linguísticos. O trabalho com tais signos remete o texto para alguma coisa fora dele, de modo a resgatar dados de um real verossímil para o leitor infantil. Este, tratado fisionomicamente sob o “modo de ser” do adulto, reflete-se para a
produção infantil como um receptor engajado nas propostas da escola e da sociedade de consumo.
Deverá, sobretudo, apreender, via texto literário infantil, a verdade social.
Nesse universo, opera-se por associações mais simples de pensamento, as de contiguidade, feitas com base na proximidade explícita e compulsória entre os elementos da cadeia significativa: texto-contexto. Lógica comandada pelos princípios de sucessividade e de linearidade, o que corresponde ao resgate do tempo real com base na verossimilhança pretendida como uma lei
absoluta da linguagem discursiva.
Portanto, se considerarmos o arranjo do discurso literário sob a operação da contiguidade dos signos, em convenção simbólica, mais nos aproximamos do uso social desse discurso, reforçando as estruturas do pensamento vigente em educação. Isso, sem discutir o tratamento apontado pela escola ao decidir as respostas da criança na leitura do texto literário: passividade e persuasão acompanham a recepção dos modelos da verdade verossímil; ainda a voz da lei pedagógica em exercício literário.
Mesmo com a chegada do universo dos videogames, computadores e instrumentos tecnológicos específicos para crianças, ainda permanece o interesse pelos clássicos da Literatura Infantil, que povoam os passatempos infantis há séculos. O conceito Literatura Infantil ainda é recente, tendo seu movimento de expansão a partir do século XVIII.
Os “bastidores” da produção do livro estão ocultos, e à leitura só resta seguir índices, rastros que desembocam, inevitavelmente, num ponto terminal: o hábito comportamental que se quer ensinar.
Esse é o caso de todo um tipo de produção para a infância tida por nova para enfrentar o cotidiano; a chamada literatura “realista” para o público infantil.
O que se nomeia por realista, aí, outra coisa não é senão trazer para o texto um conjunto de temáticas — pobreza, menor abandonado, pais separados, sexo etc. — vinculadas, por contiguidade, ao contexto social no qual se pretende inserir a criança. Construção plana, previsível, sem surpresas, numa linguagem que tem por tarefa, apenas, ser canal expressivo de valores e de conceitos fundados sobre a realidade social.
Linguagem carregada de ideologia que permeia cada fala do narrador, cada diálogo das personagens, e tem um destinatário certo: o leitor infantil, cujo pensamento se pretende capturar.
Não há possibilidade de respostas alternativas nesse processo educativo autoritário que só admite à criança a função de aprendiz passivo frente à voz todo-poderosa do narrador e de seu enfoque da realidade social.
Seguindo essa trilha, não é preciso dizer, estão os produtos com menor grau de invenção e de liberdade criativa; perdem em poeticidade o que ganham em imediatismo e em praticidade.
Temos aqui descrita uma frente literária comum não apenas à grande parte da produção infantil contemporânea, mas também àquela não-infantil. Desnecessário se torna falar dessa qualidade literária à margem de um contexto de produção que se nega a especular sobre a natureza sensível da linguagem infantil; ao contrário, troca o inventar poético pelo modelo consumista do discurso literário.
Pound consideraria essa classe da produção literária como sendo a dos diluidores, “homens que trabalham mais ou menos bem, dentro do estilo mais ou menos bom de um período. Desses estão cheias as deleitosas antologias, assim como os livros de canções e a escolha entre eles é uma questão de gosto”. Tomando-se literário no sentido estrito que lhe dá Jakobson (1970), isto é, enquanto função poética (projeção do eixo da similaridade sobre o da contiguidade), assumir a dominante poética nos textos da literatura infantil é configurar um espaço onde equivalências e paralelismos dominam regidos por um princípio de organização basicamente analógico, que opera por semelhanças entre os elementos. Espaço no qual a linguagem informa, antes de tudo, sobre si mesma. Linguagem-coisa com carnadura concreta, desvencilhando-se dos desígnios utilitários de mero instrumental.
Palavra, som e imagem constroem, simultaneamente, uma mensagem icônica que se faz por inclusão e síntese, sugerindo sentidos apenas possíveis. É a informação lançada no horizonte precário da arte feito de “um retalho de impalpável, outro de improvável, cosidos todos com a agulha da imaginação” (Machado de Assis). Cada coisa, cada ser pode ter similaridade com outros, redescobrindo o princípio da correspondência que os integra no todo universal; nesse fugaz instante entre o dito e o não-dito.
O pensamento infantil é aquele que está sintonizado com esse pulsar pelas vias do imaginário. E é justamente nisso que os projetos mais arrojados de literatura infantil investem, não escamoteando o literário, nem o facilitando, mas enfrentando sua qualidade artística e oferecendo os melhores produtos possíveis ao repertório infantil, que tem a competência necessária para traduzi-lo pelo desempenho de uma leitura múltipla e diversificada.
Para Pinto (2009), leitura que segue trilhas, lança hipóteses, experimenta, duvida, num exercício contínuo de experimentação e descoberta. Como a vida.

         Origens da Literatura Infantil

Tendo surgido como reflexo de algumas transformações sociais, a literatura infantil, desde sua origem, instiga uma reflexão que procura definir seu estatuto no contexto das artes em geral. Tal preocupação deve-se à especificidade do gênero que, destoando de outras formas de manifestação
artística, já nasce com uma destinação precisa, definida pelo adjetivo que o caracteriza.
Neste sentido, observamos travar-se em seu cerne uma luta entre o conceito de literatura enquanto construção linguística que se define por sua autonomia e o designativo “infantil” que invoca um recebedor determinado, obrigando o gênero a “atender aos interesses” desse receptor.
Associada a acontecimentos de fundo econômico e social, a origem da literatura para crianças ocorre no século XVIII, período em que a Revolução Industrial é deflagrada. Determinando o crescimento político e financeiro das cidades, a industrialização tem como reflexo direto a decadência do sistema medieval, baseado no feudalismo e na valorização do poder rural.
Em substituição aos grandes senhores feudais, a burguesia se afirma como classe social urbana, incentivando a consolidação de instituições que a ajudem a atingir as metas desejadas. Entre essas instituições, destacam-se a família e a escola. Interessado em fraturar a unidade do poder dos feudos, o Estado Absolutista passa a estimular um modo de vida mais doméstico e menos participativo publicamente, criando para tanto um determinado estereótipo familiar, baseado na organização patriarcal e no modelo de família nuclear.
Produto da industrialização e, portanto, sujeito às leis do mercado, o livro passa a promover e a estimular a escola, como condição de viabilizar sua própria circulação e consumo. Nesse sentido, sua criação, visando a um mercado específico cujas características precisam respeitar e motivar adota posturas, por vezes, nitidamente pedagógicas e endossa valores burgueses, a fim de assegurar sua utilidade. Surge, nesse momento, o grande impasse que acompanhará todo o percurso de evolução do gênero: arte literária ou produto pedagógico-comercial?
Longe de ser resolvido, tal impasse faz emergir um questionamento incômodo: se de um lado, tantas concessões interferem na qualidade artística dos textos; de outro, denunciam que, sem concessões de qualquer grau, a literatura não subsiste como ofício, ou seja, sem abrir espaço para a mediação do leitor no seu processo de elaboração, a literatura não se socializa.
É na tentativa de resolver essa problemática que a literatura infantil e seu estudo vão ganhando relevância.

O surgimento da Literatura Infantil no Brasil

Embora a literatura infantil tenha surgido no século XVIII, foi somente no século XIX que, relativizando, ainda que de maneira incipiente, o flagrante pacto com as instituições envolvidas com a educação da criança, ela define com maior segurança os tipos de livros que mais agradam aos pequenos leitores, determinando suas principais linhas de ação: histórias fantásticas, de
aventuras e que retratem o cotidiano infantil. Descoberto e valorizado esse interesse, o gênero ganha consistência e um perfil definido por meio do trabalho dos autores da segunda metade do século XIX, garantindo sua continuidade e atração.
É nesse contexto que a vertente brasileira do gênero emerge. Embora os livros para crianças comecem a ser publicados no Brasil em 1808 com a implantação da Imprensa Régia, a literatura infantil brasileira nasce apenas no final do século XIX. Mesmo nesse momento, a circulação de livros infantis no país é precária e irregular, representada principalmente por edições portuguesas que só aos poucos passam a coexistir com as tentativas pioneiras e esporádicas de traduções nacionais.
Enquanto sistema (de textos e autores postos em circulação junto ao público), a literatura destinada ao jovem público brasileiro se consolida somente nos arredores da Proclamação da República.
Transformando o movimento de nacionalização em nacionalismo, a literatura lança mão, para a arregimentação de seu público, do culto cívico e do patriotismo como pretexto legitimador, conceitos que se manifestam por meio da exaltação da natureza, da grandeza nacional, dos vultos e episódios históricos e do culto à língua pátria.
Nesse sentido, se por um lado a preocupação com o destinatário infantil motivou a adaptação que fez esses textos afastarem-se dos padrões europeus; por outro, o compromisso escolar e ideologicamente conservador atribuiu a essa literatura a função de modelo.
O segundo período da literatura infantil brasileira (1920 – 1945) correspondeu à progressiva emancipação das condições que, na época de seu aparecimento, impediram a autonomia do gênero.
Publicando em 1921 Narizinho Arrebitado, Lobato inaugura uma nova estética da literatura infantil no país, concebendo-a como arte capaz de modificar a percepção de mundo e emancipar seus leitores. A renovação por ele proposta pode ser observada tanto no plano retórico como no ideológico. No que se refere à retórica, observa-se na prosa lobatiana soluções comunicativas no plano linguístico que despem a língua de qualquer rebuscamento, dando primazia à espontaneidade do estilo infantil por meio da valorização do discurso oral, expressões de linguagem popular, neologismos e onomatopéias. Quanto ao aspecto ideológico, ou seja, ao conjunto de ideias que dão conformação ao texto, o que se observa em sua produção infantil é a captação do leitor pelo mundo ficcional. Estimulando esse leitor a ver a realidade por conceitos próprios, o autor incita-lhe o senso crítico; apresentando problemas sociais, políticos, econômicos e culturais que, por meio de especulações e discussões das personagens, são vistos criticamente. Destaca-se ainda em sua obra: a apresentação de situações ignoradas pelo receptor, provocando uma postura crítica diante delas; a valorização da verdade e da liberdade, estabelecendo uma nova moral; a relativização do maniqueísmo da moral absoluta; e a presença do elemento maravilhoso utilizado não como antítese do real, mas como uma forma de interpretá-lo.
Nesse sentido, observa-se a flagrante ruptura estabelecida por Lobato que inova tanto na produção de obras que rompem com a tradicional postura pedagógico-conservadora presente nos textos da época, quanto na sua divulgação. Autor de uma obra renovadora pelo rompimento com os moldes tradicionais e pela criação de novas expectativas, Lobato tornou-se não apenas marco na literatura infantil brasileira, mas sua referência máxima.







quarta-feira, 28 de novembro de 2012

ENCERRAMENTO DO RN ALFABETIZADO




Após 8 meses de duração, a 11ª DIRED do Assu, realizou no dia 17 de novembro o encerramento da 9ª etapa do Programa RN ALFABETIZADO do Governo Federal. A 11ª DIRED coordena o programa em 6 municípios de sua circunscrição: Assú, Itajá, Ipanguaçu, Paraú, São Rafael e Triunfo Potiguar.
O programa tem como objetivo alfabetizar jovens e adultos, erradicando assim as altas taxas de analfabetismo em nosso Estado. O evento aconteceu na Escola Estadual Juscelino Kubitschek e contou com a participação da professora Léia que representou o Instituto de Educação Superior Presidente Kennedy, o qual foi responsável pela formação inicial e continuada dos alfabetizadores e coordenadores.

O evento foi exitoso devido ao grande empenho da coordenadora setorial a professora Raimunda Gonçalves e o apoio da 11ª DIRED, na pessoa da diretora a professora Francisca Livanete.
Ao final, os coordenadores e alfabetizadores elaboraram um documento contendo algumas sugestões que será enviado à coordenação Estadual do Programa.

domingo, 17 de junho de 2012



FORMAÇÃO DO RN ALFABETIZADO 2012 9ª ETAPA

Com o intuito de erradicar ou elo menos diminuir a taxa de analfabetismo em nosso estado do RN, o Governo do Estado, através do Ministério da Educação/FNDE, dá início a mais uma jornada de combate ao analfabetismo por meio do programa de alfabetização RN ALFABETIZADO. Esta já é a 9ª etapa, a qual começou com mudanças significativas em sua estrutura.

A seleção dos alfabetizadores deu-se por meio de concurso, ao contrário de etapas anteriores que tanto os coordenadores quanto os alfabetizadores eram indicados. Esse sistema de seleção aberta a toda comunidade oportuniza a novas pessoas e eleva o nível dos alfabetizadores que passarão por uma formação inicial na E. E. Juscelino Kubitschek, na cidade do Assu. A formação que tem como tema principal a SUSTENTABILIDADE foi dada por profissionais do Instituto Presidente Kennedy da cidade do Natal, que tem parceria com o Governo, e organizada pela 11ª DIRED que é o órgão regional que monitora e coordena o programa.

Além da diretora da 11ª DIRED do Assu, a Professora Francisca Livanete a técnica também da 11ª DIRED e coordenadora Setorial Raimunda Gonçalves, toda uma equipe foi empenhada para que essa formação pudesse ser proveitosa e satisfatória a todos que participaram.

Ao final da formação os municípios participantes apresentaram-se através de exposições, apresentações, músicas e recitais. Um verdadeiro momento cultural.


Companheira de outras Etapas do RN
Linda!!!! Desfilou representando a cidade de Triunfo Potiguar
Corrinha Cosme, expositora de Triunfo Potiguar

Trabalhos desenvolvidos em grupos com representantes de vários municípíos ( Amada professora Vera)

Formadores do Instituto Kennedy - Natal, RN

Trabalho feito pela Triunfense Lucilene

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Novos trabalhos do RN CAMINHANDO


No decorrer de alguns anos o Governo Federal tem lutado para erradicar o Analfabetismo em nosso País. O programa RN CAMINHANDO é um dos instrumentos utilizados para esse fim. Neste ano de 2012, há um investimento de milhões de reais na capacitação de bolsistas e coordenadores voluntários para trabalharem com AJA (Alfabetização de Jovens e Adultos) nos Municípios da capital e interior. O Governo Estadual fez a adesão ao programa e essa semana atravé do Instituto Kennedy fez a seleção dos alfabetizadores e coordenadores como também será responsável pela formação desses. Todos a baixo relacionados deverão se dirigir a 11ª DIRED na cidade do Assu, munidos de documentos pessoais como: RG e CPF. Lá obterão informações a respeito do seu cadastro e dos alfabetizandos.

RESULTADO DOS ALFABETIZADORES APROVADOS DO MUNICÍPIO DE TRIUNFO POTIGUAR

CLASSIFICAÇÃO NOME
1º LUÍZA DE MELO NOBRE
2° ANTONIA SONÉLIA ALMEIDA SILVA
3° JANNEYZE HARAEDNA MARQUES FÉLIZ TAVARES
4° MARIA MONICA JULIÃO ROCHA
5° FRANCISCA JANETE RIBEIRO DE ARAÚJO
6° CAIRLA SOUZA DA SILVA
7° LEIDJANE MONTEIRO DA SILVA FREITAS
8° ANTONIA SONARA ROCHA
9° ANDREINA BATISTA DA SILVA
10° EDRIAN TAVARES DA SILVA
11° DIEGO SIDNEY OLIVEIRA BARRETO
12° GERUSA MELO DE MEDEIROS AZEVEDO
13° MARIA DO SOCORRO DE FREITAS COSME
14° FRANCISCA SONARIA ALMEIDA DA SILVA

terça-feira, 11 de maio de 2010

Trabalhando o TP 1

Ao longo de muitos anos a Língua Portuguesa vem passando por muitas mutações. Todas, visando melhorar sua aplicação e compreensão. As mudanças não são apenas para modificar ou melhorar a estética das palavras. São decorrentes das necessidades do próprio sistema lingüístico.
É justamente a necessidade da adequação e mutação da língua que faz com que ela seja tão divergente nos mais variados grupos sociais, regionais e até etários. Ela nunca se apresentou de maneira uniforme. Pois cada grupo a usa de acordo com sua realidade.
O TP 1 do GESTAR II, trouxe para nós um excelente estudo a respeito das variantes lingüísticas, os dialetos e registros. Todos esses elementos citados estão inteiramente ligados entre si, porém, com algumas particularidades. Pudemos observar isso ao assistirmos ao filme “Narradores de Javé”, o qual ilustra bem a importância do registro, como também a questão da variação lingüística e dialetos. O filme apresenta claramente os dialetos regionais, sociais e etários. Os personagens ainda mostram em seus diálogos o uso corrente dos idioletos em nosso meio.
Pudemos percebem em nossos estudos que os dialetos são equivalentes e que do ponto de vista lingüístico nenhum é melhor que outro. Cada um exerce sua função comunicativa no âmbito em que é usado. Em nossos diálogos foi citado vários exemplos retirados das nossas próprias salas de aula o que enriqueceu bastante o encontro.
Finalizamos o encontro certos da aquisição de novos conhecimentos que certamente servirão de subsídios para o enriquecimento de nossas práticas.

domingo, 10 de janeiro de 2010

III – Encontro de Formação do GESTAR II


Nos dias 17 e 18 de dezembro de 2009 aconteceu a terceira e última etapa do curso de formação dos professores formadores do GESTAR II, na cidade do Natal. O encontro realizou-se no Hotel Praia Mar em Ponta Negra. Estiveram presentes representantes do governo estadual e o MEC.
O encontro teve a duração de apenas dois dias. Desta vez foi um momento de socialização das experiências dos municípios, avaliação do programa e confraternização entre os cursistas. A frequencia dos cursistas foi bem menor de que das outras vezes. Isso, devido às dificuldades financeiras que as prefeituras enfrentam, como também tarefas de final de ano.
Foi muito boa as reflexões a respeito do programa feitas pela formadora da UNB, Lenita Fogaça. Uma professora de grande conhecimento, habilidades e competência naquilo que faz. Compreensiva, soube entender os problemas e dificuldades encontradas por cada professor formador.
As dificuldades encontradas em nossa formação municipal foi comum a todos os outros municípios participantes. Isso, confortou-me , pois estava preocupado com o número de encontros ainda por serem realizados em Triunfo Potiguar. Fui um dos primeiros a socializar as atividades desenvolvidas no município. Apresentei vídeos com depoimentos dos professores cursistas em Triunfo. Nos quais cada um expressou aquilo que pensa a respeito do programa.
O encontro foi muito bom, em um clima fraterno pudemos compartilhar angústias e sucessos. Ao final, em um clima natalino fizemos uma pequena confraternização e troca de presentes. Um momento de grandes brincadeiras e gargalhadas.
De tudo, ficará a certeza de que esse foi mais um momento de crescimento para cada um. E reflexão, pois tenho certeza de que ao retornarmos aos nossos municípios mudaremos de qualquer maneira, em algum aspecto algo em nossa prática. Obviamente, buscando a melhoria para o processo de Ensino e Aprendizagem dos nossos alunos.

domingo, 20 de dezembro de 2009

CONCLUSÃO DA 6ª ETAPA DO RN CAMINHANDO

A alfabetização de Jovens e Adultos é algo realmente significativo para a nossa sociedade. Já são muitos os programas criados e desenvolvidos no Brasil para tentar erradicar o alto índice de analfabetos. Muitos dos programas são desacreditados. Isso porque não é dado aos que o fazem o devido respeito e valor que tem opróprio programa. O sucesso ou não deles depende das pessoas que estão a frente deles.
No dia 09 de dezembro de 2009, Triunfo Potiguar, RN mostrou que é possível sim, obter-se sucesso nesses programas. E o mais importante é ver a felicidade dos alunos concluintes, vitoriosos!Vitoriosos por enfrentarem tantas dificuldades em seus cotidianos, e ainda buscar aprimorar seus conhecimentos, buscando o RN CAMINHANDO, como porta para uma nova etapa na vida deles.
Foram mais de quarenta alunos alfabetizados, que no próximo ano de 2010 estarão matriculando em escolas regulares para obterem certificações. Essa conquista foi comemorada com uma festa de colação de grau, que contou com a brilhante presença dos alunos das turmas de Zona rural e urbana juntos em uma linda festa. Estiveram presentes várias autoridades municipais e reginal como o Vice-Prefeito o Sr. Agenor, A Secretária Municipal de Educação, a Srª Ana Maria de Almeida, a Secretária de Ação Social, a Srª Railma Estevam, a Coordenadora do Clube do Idoso a Sr Neta Gós, a Diretora da 11ª DIRED da cidade do assu, a Srª Norma Rocha e a Técnica da DIRED a Srª Hélia, o Diretor Walter Mello e O Srº Ýkaro Campêlo, grande contribuidor para a festa. E a força maior: Os Alfabetizadores. Lízia Poliana, Janeyze, Maria José, Waldessâmara, Francimária,David Evaristo, Marcos, Welington e Ana Maria.
Missão Cumprida!!Felicidades a todos!!!!!!!!!!!!!!!!