terça-feira, 15 de dezembro de 2009

GESTAR II – “ Trabalhado o TP 6 ”

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Dando continuidade aos estudos do GESTAR II realizamos mais um encontro de oito horas, para o estudo do TP 6 e avaliação do programa, do professor formados e dos professores cursistas. O encontro foi dividido em três partes. A primeira com duração de seis horas foi dedicada aos estudos do TP. A segunda parte com duração de duas horas foi destinado à avaliação.
Os estudos foram muito proveitosos e fomentador para a nossa prática. Seguindo as orientações do material, os estudos partiram ainda dos gêneros textuais na argumentação, produção textual, as fases de planejamento, escrita, revisão, edição e literatura para adolescentes. Procuramos, sempre manter uma unidade nos estudos. São assuntos diferentes mas, todos relacionados um ao outro. Tornando-os assim indissociáveis.
Foi discutido entre os cursistas presentes, as dificuldades encontradas pelos professores nas aulas de produção textual. Os alunos sentem muitas dificuldades em produzir textos, partindo de seus argumentos lógicos para a estruturação dos textos. Buscamos nos TPs e AAAs, subsídios para a melhoria da nossa prática. As discussões, foram todas direcionadas para o ensino e aprendizagem dos alunos.
Nas discussões vimos também a carência de estudos em sala de aula em relação a literatura para adolescentes. Pudemos constatar que há uma carência muito grande de incentivo a esse tipo de literatura. O que seria muito proveitoso para o melhoramento da aprendizagem dos alunos no âmbito da leitura e escrita.
No segundo momento fizemos uma avaliação dos estudos ocorridos até hoje. Discutimos as contribuições do GESTAR II para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem. Cada um fez sua auto-avaliação e também avaliaram o professor formador e o programa em geral. De acordo com a nossa avaliação, vimos as dificuldades de realização dos encontros, devido inúmeros contratempos que encontramos. Foi dado ao programa, ao formador e aos cursistas os devidos valores pelo esforço e desempenho de cada uma das partes nas realizações dos encontros até agora. E convictos de que daremos continuidade aos nossos estudos no ano que se inicia.

MEMORIAL DE LEITURA

A Leitura é uma porta para o mundo do conhecimento e da fantasia. Muito cedo comecei a viajar no mundo da leitura através das estórias que minha mãe contava. Aquilo, era um momento de encanto. Os personagens, os cenários, as aventuras, tudo parecia ser real.
Cada estória lida para mim, um desejo de poder buscar mais. Isso, motivou-me a muito cedo aprender a ler. Nos gibis, aquelas imagens, pareciam vivas. O desejo de aprender a ler, crescia cada vez mais até que começei a fazer minhas viagens só. Conquistei meu próprio passaporte para o mundop da leitura.
Foram muitos os livros lidos, em minha infância. Uma coleção que ganhei de minha madrinha de Batismo, Rita Carlos Gondim, guardo até hoje. Orgulhava-me da minha coleção de gibis, que ganhei do meu irmão mais velho. E, através dele lí meu primeiro livro dado por ele : O coelho Plim Plim.Em seguida vieram outros mais.
Cada livro novos conhecimentos, novas aventuras. Mas de todos um dos que me encanta até hoje é "Vidas secas" de Gracilianos Ramos. Pois ele, retrata fielmente a realidade em que vivemos aqui no interior do nordeste.
A leitura sempre foi muito presente em minha vida e é a ela que devo grande parte do meu conhecimento sistematizado e de mundo.

domingo, 13 de dezembro de 2009

MEMORIAL BIOGRÁFICO

Sempre fui uma pessoa muito atenciosa. Paciente e atento na hora de ouvir os relatos da minha mãe. Principalmente, aqueles que me envolviam.
Minha mãe, Maria Valdete, casou-se aos 19 anos de idade com José Alves, um pouco mais velho que ela. Ela, professora da rede estadual de ensino e ele comerciante. Tiveram 3 filhos: Ýkaro, meu irmão mais velho, e um referencial para mim, Eu e Iáscaro, o mais novo.
Nasci no dia 10 de fevereiro de 1980, uma terça feira de carnaval.Tive uma infância saudável. Muito astuto e curioso, comecei a frequentar a escola antes da idade certa. Talvez, influenciado pela profissão de minha mãe. Cursei meu Ensino Fundamental I e II, antigo primário e ginásio respectivamente,na Escola Municipal Padre Amaro e Estadual Silvestre veras Barbosa, onde concluí o Magistério no ano de 1997.Em 1998 fui cursar Técnico Contábil na cidade do Assu na Escola Estadual Juscelino Kubitschek. Fiz aproveitamento de disciplinas e concluí o curso no ano seguinte.
Prestei vestibular para o Campos do Assu, para o Curso de Letras e fui aprovado no processo seletivo de 2000.2001.A graduação trouxe-me uma nova visão de mundo. Neste mesmo ano começei a lecionar em turmas do Ensino infantil no Jardim Escola Gente Inocente. Em 2004 prestei concurso para a Prefeitura de Triunfo Potiguar no qual fui aprovado e em 2005 no concurso estadual para lá mesmo.
Hoje,especializando-me em Proeja peloIFRN e depois da experiêncioa de Secretário Municipal, atuo como técnico da Secretaria Municipal de Educação e Professor de Língua Portuguesa da Escola Estadual Desembargador Felipe Guerra onde fui eleito Diretor para o Bioênio de 2010/2011.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

TP 5 - Estilística, coesão e coerência

Sabendo dos múltiplos recursos estilísticos disponíveis pela Língua portuguesa, nos níveis léxico, fonético, sintático e discursivo aos falantes da nossa língua como meio de expressar seus sentimentos, emoções e também seus julgamentos nas diversas situações comunicativas, fizemos mais um encontro do GESTAR II com duração de oito horas para estudos desses recursos e fenômenos da nossa língua.

O encontro contou com um pequeno número de professores o que não dificultou os trabalhos. Pois os que estavam presentes mostraram-se preocupados e comprometidos com o papel que exercem.

Para iniciarmos fizemos uma reflexão sobre o texto “Eco da vida” que mostra de forma bem dinâmica as relações do que acontece em nossas vidas e em nossa prática pedagógica. Mostra que devemos sempre procurar trabalhar espalhando coisas boas, pois na vida semeamos tudo aquilo que plantamos. Em seguida partimos para os estudos do TP 5 que traz um excelente estudo sobre Estilo, coerência e Coesão.

Pudemos perceber que a estilista está ligada diretamente com a Linguística, chegando até a ser confundida por algumas pessoas. Os estudos da Estilística se desenvolveram a partir do século XX e tem como seu objeto de estudo o Estilo. A Estilística é na verdade a expressão de uma experiência individuais carregada da emoção ou afetividade do falante dependendo de suas intenções. Essa linguagem se cria com os elementos da língua estudados pela gramática e pode considerar como resultado de uma experiência individual ou coletiva. Estilos ou épocas.

Para finalizar esse primeiro momento do encontro fizemos uma reflexão sobre o texto “Cada um é cada um” que está no TP na página 15. A partir desse texto passamos a discutir as variações da língua e sua flexão no contexto etário, regional, de gênero, social e profissional.

No segundo momento do encontro fizemos estudos a respeito da coerência e coesão textual. Para iniciarmos fizemos um exercício de ordenação lógica de um texto. Daí, foram surgindo as contribuições de cada um com seus conhecimentos prévios a respeito do que é um texto coeso e coerente. Ao final das discussões construímos um conceito comum do que é realmente coerência: “a possibilidade de atribuir uma continuidade de sentidos ao texto, na sua relação com o mundo e com as experiências prévias dos interlocutores". E, para isso é necessário haver coesão ,o uso correto de termos (termos coesivos) , para dar unidade e significação ao texto.

O encontro foi finalizado com um clima de conforto, todos empolgados com a fomentação dos conhecimentos a partir das novas informações adquiridas no decorrer de todo encontro. E ainda ficamos, todos, estimulados para os próximos encontros do GESTAR II.


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Encontro da 2ª etapa do GESTAR II

Realizada em Natal, no Hotel Praia Mar em Ponta Negra, a 2ª etapa do GESTAR II. O encontro oportunizou o reencontro dos formadores municipais em Língua Portuguesa e Matemática com os professores formadores da UNB, para mais uma semana de reflexão e estudos.
Do dia 21 ao dia 25 de setembro os estudos forma em torno dos TPs 1, 2 e 6. Os temas abordados foram os mais variados possíveis. Variavam desde o Preconceito e variação linguística, Língua padrão, Argumentação e linguagem a Produção textual.
As oficinas foram muito bem direcionadas pela professora formadora da UNB Lenita Fogaça. Mais uma vez ela pode proporcionar a todos os participantes momentos de reflexão, partilha e aquisição de conhecimentos. Os participantes de cada município deram uma boa parcela de contribuição para o sucesso das oficinas.
Cada experiência relatada, de êxito ou dificuldades, serviu de base para que pudéssemos refletir melhor em nossa prática e levar a nossos municípios um novo olhar sobre o ensino de Língua Portuguesa nas turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Todos os membros foram de muita importância para a cunstrução e melhoria de nossa prática docente.
Os problemas relacionados a execução do programa foram comuns a todos os municípios. Dificuldades compartilhadas fizeram com que sentíssemos que os problemas existentes não são suficientes para a não execução ou desistência do programa. As dificuldades simplesmente servem para ilustrar e fortificar a nossa classe de educadores.
Chegamos ao final do encontro convíctos de que como bons profissionais, temos mais é que buscar excelência em nossa prática. Melhorar o processo de ensino e aprendizagem de língua portuguesa e partir para a luta em sala de aula. Que ´´e lá onde podemos pôr em prática tudo aquilo que somamos aos nossos conhecimentos neste encontro, para termos uma educação de qualidade em nosso município.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

VIII encontro do GESTAR II

Realizado no dia 10 de setembro o VIII encontro do GESTAR II trouxe-nos uma valorosa reflexão a respeito do processo de leitura e escrita dentro de uma perspectiva cultural de pessoa letradas ou iletradas.
Iniciamos o encontro fazendo uma discussão sobre os pontos principais discutidos no encontro passado, que abordou as questões de leitura e letramento como também o processo de trabalho com leitura. Que pressupões uma série de procedimentos complexos, nem sempre bem conhecidos, nos quais o leitor faz constantes interpretações e reinterpretações, até chegar à compreensão global do texto.
Ao termino das discussões passamos a assistir a um vídeo sobre "Alfabetização, leitura e escrita." O vídeo dividia-se em três partes. A primeira sobre alfabetização e letramento, a segunda sobre oralidade e escrita e a terceira parte sobre o que é ser alfabetizado e letrado. Após assistirmos ao vídeo fizemos as colocações necessárias as quais certamente servirão como embasamento para o aperfeiçoamento da nossa prática docente.
Em seguida partimos para as discussões a respeito das crenças que influenciam o pensar sobre a escrita, seu desenvolvimento e ensino. Nas conversas chegamos a uma mesma conclusão de que todos nós professores de Língua Portuguesa, encontramos dificuldades comuns no processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita, isso em todoas os anos do Ensino Fundamental e até no Médio.
Mesmo com tanta dificuldade percebemos que estávamos todos reunidos naquele momento com as mesmas angústias, problemas e também objetivos. E o principal objetivo do qual estávamos reunidos participando do GESTAR II é a busca por novas práticas, troca de experiências e fundamentação para melhoria do ensino de Língua Portuguesa.
Concluimos o encontro com uma troca de cartões e mensagens de motivação entre os colegas.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Professor-letrador

Há uma definição única e restrita quanto ao conceito de sociedade letrada ou iletrada, bem como o indivíduo letrado ou iletrado. O letramento não está restrito ao sistema escolar. Neste encontro do GESTAR II, realizado no dia 8 de setembro, procuramos nos deter nesse meio por considerar que cabe à escola, fundamentalmente, levar os seus educandos a um processo mais profundo nas práticas sociais que envolvem a leitura e a escrita. Saber ler e escrever um montante de palavras não é o bastante para capacitar o indivíduo para a leitura diversificada, neste ponto entendemos que surge a necessidade de se letrar os sujeitos envolvidos no processo de aprendizagem.
Para o educador se tornar um professor-letrador necessário se faz que, primeiramente, obtenha informações a respeito do tema, as suas dimensões e, sobretudo, a sua aplicação. Essa última é desenvolvida através de pesquisas e investigações, que geram subsídios-suportes.
O encontro foi muito proveitoso, o objetivo era incentivar o educador a fazer o uso do conhecimento nato de mundo que o educando possui a sua relação com a língua escrita, assim ele poderá alfabetizar letrando.
As discussões a respeito do mundo letrado em que vive os nossos alunos renderam muitas conclusões. Inclusive aos níveis de leitura existentes em um determinado texto. Seja ele verbal ou não.
Ao final do encontro chegamos a conclusão de que havendo uma relação entre as práticas de letramento e as práticas de cultura local, essa relação pode ser também matéria-prima para a compreensão e interpretação de texto e para a produção escrita.