domingo, 13 de dezembro de 2009

MEMORIAL BIOGRÁFICO

Sempre fui uma pessoa muito atenciosa. Paciente e atento na hora de ouvir os relatos da minha mãe. Principalmente, aqueles que me envolviam.
Minha mãe, Maria Valdete, casou-se aos 19 anos de idade com José Alves, um pouco mais velho que ela. Ela, professora da rede estadual de ensino e ele comerciante. Tiveram 3 filhos: Ýkaro, meu irmão mais velho, e um referencial para mim, Eu e Iáscaro, o mais novo.
Nasci no dia 10 de fevereiro de 1980, uma terça feira de carnaval.Tive uma infância saudável. Muito astuto e curioso, comecei a frequentar a escola antes da idade certa. Talvez, influenciado pela profissão de minha mãe. Cursei meu Ensino Fundamental I e II, antigo primário e ginásio respectivamente,na Escola Municipal Padre Amaro e Estadual Silvestre veras Barbosa, onde concluí o Magistério no ano de 1997.Em 1998 fui cursar Técnico Contábil na cidade do Assu na Escola Estadual Juscelino Kubitschek. Fiz aproveitamento de disciplinas e concluí o curso no ano seguinte.
Prestei vestibular para o Campos do Assu, para o Curso de Letras e fui aprovado no processo seletivo de 2000.2001.A graduação trouxe-me uma nova visão de mundo. Neste mesmo ano começei a lecionar em turmas do Ensino infantil no Jardim Escola Gente Inocente. Em 2004 prestei concurso para a Prefeitura de Triunfo Potiguar no qual fui aprovado e em 2005 no concurso estadual para lá mesmo.
Hoje,especializando-me em Proeja peloIFRN e depois da experiêncioa de Secretário Municipal, atuo como técnico da Secretaria Municipal de Educação e Professor de Língua Portuguesa da Escola Estadual Desembargador Felipe Guerra onde fui eleito Diretor para o Bioênio de 2010/2011.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

TP 5 - Estilística, coesão e coerência

Sabendo dos múltiplos recursos estilísticos disponíveis pela Língua portuguesa, nos níveis léxico, fonético, sintático e discursivo aos falantes da nossa língua como meio de expressar seus sentimentos, emoções e também seus julgamentos nas diversas situações comunicativas, fizemos mais um encontro do GESTAR II com duração de oito horas para estudos desses recursos e fenômenos da nossa língua.

O encontro contou com um pequeno número de professores o que não dificultou os trabalhos. Pois os que estavam presentes mostraram-se preocupados e comprometidos com o papel que exercem.

Para iniciarmos fizemos uma reflexão sobre o texto “Eco da vida” que mostra de forma bem dinâmica as relações do que acontece em nossas vidas e em nossa prática pedagógica. Mostra que devemos sempre procurar trabalhar espalhando coisas boas, pois na vida semeamos tudo aquilo que plantamos. Em seguida partimos para os estudos do TP 5 que traz um excelente estudo sobre Estilo, coerência e Coesão.

Pudemos perceber que a estilista está ligada diretamente com a Linguística, chegando até a ser confundida por algumas pessoas. Os estudos da Estilística se desenvolveram a partir do século XX e tem como seu objeto de estudo o Estilo. A Estilística é na verdade a expressão de uma experiência individuais carregada da emoção ou afetividade do falante dependendo de suas intenções. Essa linguagem se cria com os elementos da língua estudados pela gramática e pode considerar como resultado de uma experiência individual ou coletiva. Estilos ou épocas.

Para finalizar esse primeiro momento do encontro fizemos uma reflexão sobre o texto “Cada um é cada um” que está no TP na página 15. A partir desse texto passamos a discutir as variações da língua e sua flexão no contexto etário, regional, de gênero, social e profissional.

No segundo momento do encontro fizemos estudos a respeito da coerência e coesão textual. Para iniciarmos fizemos um exercício de ordenação lógica de um texto. Daí, foram surgindo as contribuições de cada um com seus conhecimentos prévios a respeito do que é um texto coeso e coerente. Ao final das discussões construímos um conceito comum do que é realmente coerência: “a possibilidade de atribuir uma continuidade de sentidos ao texto, na sua relação com o mundo e com as experiências prévias dos interlocutores". E, para isso é necessário haver coesão ,o uso correto de termos (termos coesivos) , para dar unidade e significação ao texto.

O encontro foi finalizado com um clima de conforto, todos empolgados com a fomentação dos conhecimentos a partir das novas informações adquiridas no decorrer de todo encontro. E ainda ficamos, todos, estimulados para os próximos encontros do GESTAR II.


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Encontro da 2ª etapa do GESTAR II

Realizada em Natal, no Hotel Praia Mar em Ponta Negra, a 2ª etapa do GESTAR II. O encontro oportunizou o reencontro dos formadores municipais em Língua Portuguesa e Matemática com os professores formadores da UNB, para mais uma semana de reflexão e estudos.
Do dia 21 ao dia 25 de setembro os estudos forma em torno dos TPs 1, 2 e 6. Os temas abordados foram os mais variados possíveis. Variavam desde o Preconceito e variação linguística, Língua padrão, Argumentação e linguagem a Produção textual.
As oficinas foram muito bem direcionadas pela professora formadora da UNB Lenita Fogaça. Mais uma vez ela pode proporcionar a todos os participantes momentos de reflexão, partilha e aquisição de conhecimentos. Os participantes de cada município deram uma boa parcela de contribuição para o sucesso das oficinas.
Cada experiência relatada, de êxito ou dificuldades, serviu de base para que pudéssemos refletir melhor em nossa prática e levar a nossos municípios um novo olhar sobre o ensino de Língua Portuguesa nas turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Todos os membros foram de muita importância para a cunstrução e melhoria de nossa prática docente.
Os problemas relacionados a execução do programa foram comuns a todos os municípios. Dificuldades compartilhadas fizeram com que sentíssemos que os problemas existentes não são suficientes para a não execução ou desistência do programa. As dificuldades simplesmente servem para ilustrar e fortificar a nossa classe de educadores.
Chegamos ao final do encontro convíctos de que como bons profissionais, temos mais é que buscar excelência em nossa prática. Melhorar o processo de ensino e aprendizagem de língua portuguesa e partir para a luta em sala de aula. Que ´´e lá onde podemos pôr em prática tudo aquilo que somamos aos nossos conhecimentos neste encontro, para termos uma educação de qualidade em nosso município.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

VIII encontro do GESTAR II

Realizado no dia 10 de setembro o VIII encontro do GESTAR II trouxe-nos uma valorosa reflexão a respeito do processo de leitura e escrita dentro de uma perspectiva cultural de pessoa letradas ou iletradas.
Iniciamos o encontro fazendo uma discussão sobre os pontos principais discutidos no encontro passado, que abordou as questões de leitura e letramento como também o processo de trabalho com leitura. Que pressupões uma série de procedimentos complexos, nem sempre bem conhecidos, nos quais o leitor faz constantes interpretações e reinterpretações, até chegar à compreensão global do texto.
Ao termino das discussões passamos a assistir a um vídeo sobre "Alfabetização, leitura e escrita." O vídeo dividia-se em três partes. A primeira sobre alfabetização e letramento, a segunda sobre oralidade e escrita e a terceira parte sobre o que é ser alfabetizado e letrado. Após assistirmos ao vídeo fizemos as colocações necessárias as quais certamente servirão como embasamento para o aperfeiçoamento da nossa prática docente.
Em seguida partimos para as discussões a respeito das crenças que influenciam o pensar sobre a escrita, seu desenvolvimento e ensino. Nas conversas chegamos a uma mesma conclusão de que todos nós professores de Língua Portuguesa, encontramos dificuldades comuns no processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita, isso em todoas os anos do Ensino Fundamental e até no Médio.
Mesmo com tanta dificuldade percebemos que estávamos todos reunidos naquele momento com as mesmas angústias, problemas e também objetivos. E o principal objetivo do qual estávamos reunidos participando do GESTAR II é a busca por novas práticas, troca de experiências e fundamentação para melhoria do ensino de Língua Portuguesa.
Concluimos o encontro com uma troca de cartões e mensagens de motivação entre os colegas.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Professor-letrador

Há uma definição única e restrita quanto ao conceito de sociedade letrada ou iletrada, bem como o indivíduo letrado ou iletrado. O letramento não está restrito ao sistema escolar. Neste encontro do GESTAR II, realizado no dia 8 de setembro, procuramos nos deter nesse meio por considerar que cabe à escola, fundamentalmente, levar os seus educandos a um processo mais profundo nas práticas sociais que envolvem a leitura e a escrita. Saber ler e escrever um montante de palavras não é o bastante para capacitar o indivíduo para a leitura diversificada, neste ponto entendemos que surge a necessidade de se letrar os sujeitos envolvidos no processo de aprendizagem.
Para o educador se tornar um professor-letrador necessário se faz que, primeiramente, obtenha informações a respeito do tema, as suas dimensões e, sobretudo, a sua aplicação. Essa última é desenvolvida através de pesquisas e investigações, que geram subsídios-suportes.
O encontro foi muito proveitoso, o objetivo era incentivar o educador a fazer o uso do conhecimento nato de mundo que o educando possui a sua relação com a língua escrita, assim ele poderá alfabetizar letrando.
As discussões a respeito do mundo letrado em que vive os nossos alunos renderam muitas conclusões. Inclusive aos níveis de leitura existentes em um determinado texto. Seja ele verbal ou não.
Ao final do encontro chegamos a conclusão de que havendo uma relação entre as práticas de letramento e as práticas de cultura local, essa relação pode ser também matéria-prima para a compreensão e interpretação de texto e para a produção escrita.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Gestar II - Encerrando o TP 3

Para concluirmos as atividades do TP3, que trata de Gêneros e Tipos Textuais, realizamos mais um encontro para socializarmos experiências e analisar tudo que foi estudado nos últimos encontros referentes ao TP3.
O encontro ocorreu no dia 20 de agosto nas dependências da Escola Municipal Professor Manoel Silvestre Freire, a partir das 14:00. Começamos com a apresentação dos relatos de experiências vividas nas salas de aula com os alunos. As experiências relatadas pelos professores, mostraram as diversas oportunidades de trabalhar gêneros e tipos textuais em diferentes contextos e de diversas maneiras.
São diversas as formas de trabalhar os gêneros na prática. Cada professor usou sua metodologia para aplicar os avançando na prática. Pelos relatos, observa-se êxito nas experiências. Estávamos todos tão envolvidos com os relatos que resolvemos aplicar algumas no grupo. Foi muito proveitoso. Uma das atividades aplicadas foi a análise da música: “Fanatismo” do cantor Raimundo Fagner. Todos cantaram e refletiram na letra da música.
Outros relataram suas experiências com o cordel, descrição de tipos e outras atividades. Nessa integração de atividades com diferentes propósitos, os professores levam os alunos muito além das características de cada gênero integrando-os na multiplicidade de propostas referentes a gêneros e tipos textuais.
Por fim, chegamos a conclusão de que quando os gêneros são ensinados como instrumentos para compreensão da língua, não importa quantos ou quais são trabalhados, desde que o objetivo seja usá-lo como jeito de formar alunos que aprendam a ler, escrever e compreender de verdade o universo textual que os cercam.

sábado, 8 de agosto de 2009

TIPOLOGIA TEXTUAL - GESTAR II

Continuando os estudos do GESTAR II, realizamos mais um encontro. Neste, continuamos as discussões sobre Gêneros textuais e introduzimos o estudo dos Tipos Textuais. Nas conversas em sala enfocamos bem outras possibilidades de nomenclatura desses textos. O que não altera os objetivos didáticos e pedagógicos.
O encontro teve 100% (cem por cento) da presença dos inscritos. Iniciamos com a dinâmica da "Bala do crescimento". A qual descontraiu e ajudou na introdução dos estudos. Todos participaram efetivamente. Foi um bom momento de reflexão para nós. A partir dessa dinâmica retornamos aos estudos do grupo a respeito de Gêneros textuais e sua tipologia.
Ao reiniciarmos o encontro, percebeu-se a diversidade de informações coletadas pelos professores nas salas de aula com os alunos. Com as atividades do Avançando na prática, os professores puderam mobilizar e despertar os alunos para as diversas e novas formas discursivas dos textos. Discutimos a importância de conhecermos os aspectos contidos em qualquer situação particular em uso.
Daí a importância da análise da maneira de como as próprias palavras e estruturas sintáticas se organizam para dar forma dos gêneros textuais. Isso é necessário para percebemos a estreita relação que há entre cada um dos gêneros em vários aspectos. Surgindo assim os Tipos textuais.
Nessa perspectiva, pudemos discutir os tipos de textos mais freqüentes no cotidiano de nossos alunos. Fizemos muitas reflexões sobre esse tema para tentarmos levar para a sala de aula novas práticas que vise conciliar os conhecimentos prévios que os alunos já possuem com o conhecimento sistematizado oferecido pela escola.
É importante fazer o aluno perceber a inter-relação entre os gêneros e tipos textuais presentes no cotidiano, para que possam identifica-los de acordo com as diversas situações sociocomunicativas.
O término do encontro deu-se com a discussão a respeito do Filme: “O LEITOR”. O qual traz uma abordagem muito boa da importância da leitura e escrita como também mostra vários gêneros e suas classificações quanto a tipologia textual.
Com essas reflexões, todos partimos para as salas de aulas com novas perspectivas de ensino e aprendizagem, baseadas nas atividades propostas pelo TP3.